
Somos marionetas de um dogma na babilónia da nossa existência...
Com perspectivas mais ou menos delimitadas vamo-nos movendo.
Por vezes olhamos na vanguarda e caminhamos em direcção aos limites traçados...outras vezes espreitamos quem está ou progride ao nosso lado…e algumas, contemplamos o chão apreciando particularmente a nossa sombra...
Por trás da alegoria monástica escondem-se, não só características de comportamento, mas também padrões que inconscientemente são cumpridos.
O escrúpulo é utilizado pelas fundações das crenças para manipular os crédulos, fazendo-nos cada vez mais marionetas com maior ou menor intensidade…
Excepcionalmente alteamos o nosso olhar para ver de onde nos vem a força, para avançar e para alcançar os objectivos...
E a nossa vida torna-se tanto mais confusa quanto menos olharmos para o alto...
Desde que nascemos, participamos em ritos que fazem parte das crenças e hábitos da nossa linhagem, do nosso meio envolvente, da nossa sociedade, ligados não só ás devoções como à integração em maquinismos.
Cabe a cada um de nós, decidir e atribuir qual a importância que cada um destes ritos ocupa na nossa vida…porque o alto nem sequer está aquém como parece...
... está aqui, bem dentro de nós!
Com perspectivas mais ou menos delimitadas vamo-nos movendo.
Por vezes olhamos na vanguarda e caminhamos em direcção aos limites traçados...outras vezes espreitamos quem está ou progride ao nosso lado…e algumas, contemplamos o chão apreciando particularmente a nossa sombra...
Por trás da alegoria monástica escondem-se, não só características de comportamento, mas também padrões que inconscientemente são cumpridos.
O escrúpulo é utilizado pelas fundações das crenças para manipular os crédulos, fazendo-nos cada vez mais marionetas com maior ou menor intensidade…
Excepcionalmente alteamos o nosso olhar para ver de onde nos vem a força, para avançar e para alcançar os objectivos...
E a nossa vida torna-se tanto mais confusa quanto menos olharmos para o alto...
Desde que nascemos, participamos em ritos que fazem parte das crenças e hábitos da nossa linhagem, do nosso meio envolvente, da nossa sociedade, ligados não só ás devoções como à integração em maquinismos.
Cabe a cada um de nós, decidir e atribuir qual a importância que cada um destes ritos ocupa na nossa vida…porque o alto nem sequer está aquém como parece...
... está aqui, bem dentro de nós!


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