
Que poder é esse que alguém pensa ter sobre a mulher? Que problema de inferioridade é este que algumas mulheres têm?
Ontem, para mutilar, amordaçar, silenciar. Hoje, para manipular, moldar, escravizar aos estereótipos.
Ontem era escolhida, hoje é quem escolhe.
Só as mulheres podem desarmar a sociedade.
Porque elas são desarmadas pela própria Natureza. Nascem sem pénis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas e punhais. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque tem que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou os grupos urbanos, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz.
Se queremos ser livres, temos que começar por poder escolher, individualmente o que cada uma quer para si. E acabar em primeiro lugar com a guerra dos sexos.
Nos somos naturalmente diferentes…
É a Mulher que inspira a poesia, tanto ou mais que o amor.
É a mulher que tem um sexto-sentido e uma segunda forma de comunicar, o olhar!
É a mulher que prepara a vida dentro de si, que se torna mãe ao dar à luz e depois fica cega com a beleza dos filhos…
Mas a mulher dá a vida mas não pode viver a vida que dá…ensina a vida mas não dá a vida eterna…
Quero com isto dizer que as mulheres têm capacidades infinitas, conseguem fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, mas nem tudo sozinhas.
Como vamos conseguir dar continuidade à vida e a tudo isto se continuarmos nesta luta pelos mesmos lugares dos homens.
Não precisamos de reivindicar direitos de igualdade e oportunidades…nós já temos a casa toda, o bairro inteiro e o mundo aos nossos pés…os homens dependem e sempre dependeram de nós.
Só temos que ter consciência do nosso valor.
Só as mulheres podem desarmar a sociedade.
Porque elas são desarmadas pela própria Natureza. Nascem sem pénis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas e punhais. Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem com os meninos, para fortalecer sua virilidade e violência. As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque tem que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou os grupos urbanos, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz.
Se queremos ser livres, temos que começar por poder escolher, individualmente o que cada uma quer para si. E acabar em primeiro lugar com a guerra dos sexos.
Nos somos naturalmente diferentes…
É a Mulher que inspira a poesia, tanto ou mais que o amor.
É a mulher que tem um sexto-sentido e uma segunda forma de comunicar, o olhar!
É a mulher que prepara a vida dentro de si, que se torna mãe ao dar à luz e depois fica cega com a beleza dos filhos…
Mas a mulher dá a vida mas não pode viver a vida que dá…ensina a vida mas não dá a vida eterna…
Quero com isto dizer que as mulheres têm capacidades infinitas, conseguem fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, mas nem tudo sozinhas.
Como vamos conseguir dar continuidade à vida e a tudo isto se continuarmos nesta luta pelos mesmos lugares dos homens.
Não precisamos de reivindicar direitos de igualdade e oportunidades…nós já temos a casa toda, o bairro inteiro e o mundo aos nossos pés…os homens dependem e sempre dependeram de nós.
Só temos que ter consciência do nosso valor.
Com todo o amor,de uma Mãe, Esposa, Filha, Amiga que é mulher a tempo inteiro…

